
A vila vem passando por constantes transformações em seu entorno que resultam numa nova visão em relação à região, em bora ainda preserve o “jeito de bairro” que agrada tanto aos moradores quanto aos visitantes. Suas ruas sinuosas e arborizadas, as várias praças, o viver mais tranquilo compõem a personalidade do lugar.
A aconchegante Vila Ipojuca fica na Zona Oeste de São Paulo, próximo ao Alto da Lapa e à Vila Romana. O bairro foi foco de imigração do Leste Europeu, o que se refletiu em nomes de ruas e praças locais. O ponto de ônibus mais antigo da cidade também fica ali, construído em 1953, único remanescente da época, todo de concreto.
A vila vem passando por constantes transformações em seu entorno que resultam numa nova visão em relação à região, embora ainda preserve o “jeito de bairro” que agrada tanto aos moradores quanto aos visitantes. Suas ruas sinuosas e arborizadas, as várias praças, o viver mais tranquilo compõem a personalidade do lugar.
Empreendimentos com uma nova abordagem arquitetônica têm surgido em convivência harmoniosa com as construções antigas, tornando o bairro único e muito agradável para se viver.
Na esquina das ruas Faustolo e Cláudio, essa filial da boulangerie oferece seu concorrido brunch, além dos deliciosos pães de fermentação natural com farinhas importadas, viennoiserie, pizza romana e outras delícias. Possui vagas de estacionamento.
Petiscos e pratos regionais brasileiros acompanhados de ótimas cachaças e cervejas artesanais. Boteco à moda antiga!
O centro de cultura e lazer próximo à Vila Ipojuca oferece seus serviços em um edifício cujo projeto arquitetônico é de Lina Bo Bardi.
Massas deliciosas feitas com farinha italiana. Fermentação natural de longa maturação.
Em 2018, Rafael Espíndola fundou a Wooding, marca de design com inspiração escandinava com sede na Vila Ipojuca. Sem excessos, a estética minimalista e o alto padrão de acabamento norteiam o desenvolvimento de todo o seu mobiliário. Vale a visita na loja showroom da empresa, uma casa de dois andares e subsolo que tem a fachada inspirada nos chalés nórdicos e é revestida de madeira carbonizada .


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Jurandir Valença, diretor da Biblioteca Mário de Andrade, cita o escritor e poeta argentino Jorge Luis Borges, que dizia imaginar o paraíso como um tipo de biblioteca, para reverenciar esse templo da cultura.
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