
Avesso do avesso
Inaugurações de bares de drinques, padaria, sorveteria, livraria e até cinema de rua ajudam a conservar a essência urbana de Perdizes e região
Parece que há bilhões de anos o aparecimento da vida em nosso planeta se deu ao acaso: uma porção de água, oxigênio e calor, borbulhando o caldo de partículas cósmicas que dançavam ao som do universo.
Havia, sim, um som universal vibrando em cordas que teciam diversas formas de vida.
Galáxias, astros, planetas, estrelas e nós assistindo a brincadeira de esconde-esconde do sol e da lua.
O sol, como um artista poderoso, festeja o amanhecer, pintando o planeta com todas as cores do arco-íris, mostrando florestas, flores, pássaros, peixes e toda riqueza da natureza.
Nossos corpos girando no planeta azul, embalados ao som da música primordial, encaixando células cheias de intenções.
Coração, cérebro, pulmões, ossos, músculos, olhos, ouvidos, diferentes modelos fractais funcionando em complexa engrenagem para manter nossa sobrevivência.
Mas será que cada célula pode escutar o som do planeta? E os outros sons?
Parece que sim. Do som do orgasmo à força da criação, da barriga materna às primeiras redes neurais e do grito do nascimento à explosão da vida.
Somos seres vibracionais e cada parte de nós parece responder ao ambiente de forma completa. Nos emocionamos ao som do piano, violino, nos apavoramos ao som de uma bomba, ficamos iluminados ao ver uma exposição com belas pinturas.
Sentimos aromas que nos remetem a memórias da infância ou ao primeiro namoro. Podemos sentir as palavras de amor e conforto e com elas expandimos, enquanto diante de palavras de raiva e agressão nos encolhemos.
Aí estamos nós, humanos, como todos os animais!
Pensando neste aspecto, o fotógrafo e escritor japonês Masaru Emoto executou experiências com a água, submetendo-a ao som de músicas, palavras, pensamento, analisando, por fim, a fotografia das moléculas de água. Seus experimentos foram divulgados no mundo todo e, apesar de muito criticado por cientistas rígidos, isso não invalidou a beleza de seu experimento. Quando questionado sobre a falta de bases concretas em seu trabalho, Emoto revelou que a ideia não era provar nada e sim gerar reflexões e mudanças.
E você? Acredita que o som e as cores podem modificar as respostas de seu corpo, trazendo respostas celulares harmônicas e, assim, mais saúde?
Eu, como médica, trago a desconfiança como base do pensamento científico, mas, como ser humano comum, preciso de magia e esperança para acordar todos os dias. Dar bom dia ao som, namorar sob a lua cheia e rodopiar ao som da minha música favorita.
Lembre que ao ouvir qualquer música, as suas células vão sempre dançar com você!
Dra. Vania Assaly
institutovaniaaniaassaly.com.br

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Segundo Monica Schoenacker, mais conhecida como Monique, seu estúdio “é a menor gráfica do mundo, mas com ótima estrutura para o meu trabalho!”

A chef Bel Coelho – à frente do Clandestino, dedicado agora apenas a entregas e não mais atendimento presencial, é o talento por trás do Cuia Café e Restaurante, no interior da livraria Megafauna, localizada no térreo do icônico Edifício Copan
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