
Casa de Artista
O italiano Fulvio Pennacchi tinha 23 anos e o diploma da Academia Real de Pintura de Luca quando desembarcou no porto de Santos, em 1929. Mas os primeiros anos em São Paulo não foram fáceis. O artista improvisou-se…
Fiz essa casa há muitos anos, e ela passou por diversas transformações. Também passei. Vivi muita coisa. Vi muita coisa, conheci, aprendi, viajei. A casa é um reflexo dessa transformação, das fases da nossa vida, das mudanças do tempo. E logo vai mudar de novo, porque estou mudando também. É uma constante transformação.
Sempre estou atento a tudo ao meu redor. Tudo mesmo. A inspiração e as ideias vêm muitas vezes de um filme, de uma leitura de livro, da observação de uma cena do cotidiano. Tudo é inspiração. E nisso descobrimos tantas coisas bacanas, tantos objetos inusitados. Não existe um fornecedor, uma loja apenas em que busco as coisas. Qualquer lugar pode ter algo mágico que transforme o décor de uma casa. Inclusive na natureza. E se gosto e me inspira, encontro um lugar para a peça.
Com certeza, após a pandemia, o maximalismo será uma forma de trazer mais alegria para os ambientes. As atenções se voltaram para dentro de casa. As pessoas estão comendo menos na rua, saindo menos, então a casa voltou a ser protagonista das nossas vidas. Dessa forma, o conforto, o bem-estar, uma decoração que alegra os olhos ganharam muita importância. A casa deixou de ser o espaço ao qual íamos apenas para dormir. E isso naturalmente faz as pessoas serem mais “maximalistas”.
No living, obras de arte, muitas flores, bibelôs trazidos das viagens, pilhas e pilhas de livros, além da característica marcante de Sig: a sábia combinação de estilos, estampas e cores. Abaixo, Sig Bergamin e Murilo Lomas curtem a casa e adoram produzir mesas diferentes para cada refeição.
O italiano Fulvio Pennacchi tinha 23 anos e o diploma da Academia Real de Pintura de Luca quando desembarcou no porto de Santos, em 1929. Mas os primeiros anos em São Paulo não foram fáceis. O artista improvisou-se…
E achei genial ser impresso, porque dá para pegar e exibir que você está lendo aQuadra na praça. Essa visibilidade pública cria identificação, aproxima as pessoas e, mesmo que você não vá puxar conversa
Amamos São Paulo e sua rica diversidade étnica e cultural, herança de diversos povos que ajudaram a construir nossa história, por isso escolhemos, primeiro, o Japão, tão presente em nosso dia a dia por meio da gastronomia, literatura, arquitetura e um bairro – a Liberdade –, que influenciam o nosso estilo de viver.
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