
O universo dos vegetais
Se você é daqueles que torcem o nariz para comida vegana, sem glúten, sem lactose e sem açúcar, precisa provar os pratos do Camélia Òdòdó, misto de restaurante e café da chef de cozinha natural Bela Gil.
Quando falamos em Ásia , um imenso conjunto de cenários, símbolos, etnias, paisagens e construções compõe o nosso imaginário. Porém, há uma região deste imenso continente que muitas vezes nos escapa: a Ásia Central.
Conhecida pela composição de 5 países – Tajiquistão, Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Turcomenistão –, são poucos os viajantes no mundo que já desbravaram as maravilhas desses países.
Amplos estepes, montanhas, desertos e lagos, entre outras belezas, se unem a heranças históricas da Rota da Seda, Império Persa, Império Mongol e antiga União Soviética, além das ancestrais tradições da cultura nômade.
Almaty (Cazaquistão)
De origem cossaca, a principal cidade do país exprime a mescla de influências soviéticas com as riquezas geradas pelo petróleo.
Lago Issyk-Kul (Quirguistão)
Localizado a mais de 1600m de altura e rodeado de montanhas nevadas, é o segundo maior lago de água salgada do mundo.
A praça Registan em Samarkand (Uzbequistão)
Formada Sor antigas madrassas escolas de estudos islâmicos), mesquitas e bazares, é uma verdadeira joia arquitetônica.
Cratera de Darvaza (Turcomenistão)
Conhecida como “Porta para o Inferno”, a cratera é um campo de gás natural que queima continuamente desde 1971.
Khiva (Uzbequistão)
Patrimônio cultural da Unesco, é uma bela cidade-oásis com muralhas antigas, minaretes e edifícios de adobe únicos.

Se você é daqueles que torcem o nariz para comida vegana, sem glúten, sem lactose e sem açúcar, precisa provar os pratos do Camélia Òdòdó, misto de restaurante e café da chef de cozinha natural Bela Gil.

Composta essencialmente de voluntários, a ONG recebe os refugiados no seu escritório para uma entrevista inicial: entender quem são, de onde vieram, por que vieram, quais são suas formações e capacitações.

Desde que visitei a Amazônia pela primeira vez, nos anos 1970, sempre acompanhei os mitos e as verdades que rondam a maior floresta tropical do mundo. Este ano, ao embarcar em uma viagem pelo rio Negro, fui mais uma vez seduzida pela magia daquele lugar.
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