
PIONEIROS
Alguns chefs saíram da França para se aventurar no Brasil e, arrebatados por nossa cultura – e por nossas mulheres –, jogaram âncora em São Paulo, trazendo o melhor da gastronomia francesa
Você já reparou que estamos sempre como o coelho da Alice (sim, aquela do País das Maravilhas), correndo, com pressa, atrasados, com a sensação de que é tarde. Cá entre nós, nada disso é muito novidade, mas parece que o tema vez ou outra volta e precisa ser falado, pensado e colocado em pauta para nos dar tempo de respirar e refletir: afinal, por que estamos vivendo assim?
O assunto me pegou de novo quando ouvi um episódio do podcast 99% Invisible, que fala de um conceito até então novo para mim, chamado design da espera. Só a junção dessas duas palavras já me deixou bastante intrigada e, ao dar o play, fui entendendo do que se tratava. Primeiro porque o podcast comandado pelo americano Roman Mars fala justamente sobre como a arquitetura e o design moldam o mundo e, na sequência, entendi que a ideia explorada ali era como a experiência da espera, algo recorrente no nosso dia a dia, pode variar, tornando-se melhor ou pior. E, com um extra, como as empresas foram moldando essa experiência ao longo do tempo.
Você já reparou que estamos sempre como o coelho da Alice (sim, aquela do País das Maravilhas), correndo, com pressa, atrasados, com a sensação de que é tarde. Cá entre nós, nada disso é muito novidade, mas parece que o tema vez ou outra volta e precisa ser falado, pensado e colocado em pauta para nos dar tempo de respirar e refletir: afinal, por que estamos vivendo assim?
O assunto me pegou de novo quando ouvi um episódio do podcast 99% Invisible, que fala de um conceito até então novo para mim, chamado design da espera. Só a junção dessas duas palavras já me deixou bastante intrigada e, ao dar o play, fui entendendo do que se tratava. Primeiro porque o podcast comandado pelo americano Roman Mars fala justamente sobre como a arquitetura e o design moldam o mundo e, na sequência, entendi que a ideia explorada ali era como a experiência da espera, algo recorrente no nosso dia a dia, pode variar, tornando-se melhor ou pior. E, com um extra, como as empresas foram moldando essa experiência ao longo do tempo.

Alguns chefs saíram da França para se aventurar no Brasil e, arrebatados por nossa cultura – e por nossas mulheres –, jogaram âncora em São Paulo, trazendo o melhor da gastronomia francesa

As antigas construções de São Paulo ajudam a contar a sua história, resgatando aspectos culturais, influências da época em que foram criadas e, muitas vezes, tornando-se referência na cidade .

Rotas da brincadeira da Amarelinha pintadas nas praças. Rosangela Lyra, fundadora da Associação Comercial dos Jardins e do Itaim. Pinturas sobre o cotidiano, do artista Sergio
Spalter.
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