
As pessoas do deserto – por Paula Nazarian
Mais árido deserto do mundo, o Atacama, no norte do Chile, tem cenários incríveis e pessoas especiais, que transformam a viagem em uma experiência singular
Virado à Paulista, o prato que leva arroz, feijão, farinha de milho ou de mandioca, bisteca, linguiça, banana, ovo, couve e torresmo, é cheio de história. Considerado Patrimônio Imaterial pelo Condephaat desde 2018, a receita tem origem no século 17, na época do Brasil Colônia, como forma de alimentação nas monções e bandeiras. Durante as expedições, os alimentos carregados sobre o lombo de animais chacoalhavam e ficavam revirados, dando origem ao nome do prato.
Corte finamente a couve e tempere com o suco dos limões, azeite e sal perto da hora de servir para manter sua crocância. Tradicionalmente se faz a couve refogada com alho, escolho servir cruas, pois acrescentam um frescor no prato.
Corte as bananas-nanicas ao meio e passe-as na farinha de trigo, em seguida no ovo e, por último, na farinha de rosca. Frite em óleo quente até dourar.
Processe ou amasse os dentes de alho. Tempere as bistecas com o alho amassado, limão, sal e pimenta. Deixe descansar por 1 hora. Em uma frigideira com fundo grosso e bem quente, com um fi o de óleo, doure as bistecas.
Corte em tiras a barriga de porco e tempere com sal. Em uma panela com fundo grosso adicione um pouco de banha e frite a barriga até ficar pururuca.
Monte o prato com uma porção de arroz, uma boa porção de virado, banana frita, bisteca de porco, couve, os torresmos e para coroar tudo um bom ovo frito com a gema mole. Um ao lado do outro
Benê Souza é chef do Virado SP, restaurante que homenageia pratos famosos consumidos na cidade e valoriza a contribuição dos imigrantes na nossa culinária.
Virado SP
Largo do Arouche, 130 Centro | @virado.sp

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Localizada na região central de Minas Gerais e fundada em 1702, foi importante centro de exploração de ouro até o final do século 18. Em meados dos anos 1980, a charmosa cidade foi tombada como centro histórico, com sua arquitetura colonial, ruas de pedras, mix de cores e, lógico, aquele sabor mineiro que só por lá se encontra.

Com esta edição, que marca um momento muito especial para mim – a comemoração de quatro anos do jornal –, tenho ainda mais convicção de que nunca devemos parar de sonhar, pois são os sonhos que nos impulsionam a seguir em frente e a ter motivos para continuarmos festejando, sempre.
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