
O segredo dos seus olhos
O fotógrafo paraense Luiz Braga revela a Amazônia sob um novo olhar e, por meio de um trabalho autoral que foi ganhando cor e relevância, conquistou o mundo.
Na pulsante Tóquio, os dias passam rapidamente e são intensos, marcados por deslocamentos e surpresas de tantos tipos. Já Kyoto tem outra atmosfera, propícia para se perder em templos, passeios ao longo do rio ou em ruazinhas charmosas.
Cercada por rica beleza natural, a cidade foi a sede do governo central japonês por mais de mil anos, e guarda a essência da cultura japonesa.
Alguns lugares que mais chamaram minha atenção:
ACE HOTEL KYOTO
Desenhado por Kengo Kuma, é bem localizado e descolado, e tem no térreo uma série de lojas legais, uma floricultura incrível e bons restaurantes.
@acehotelkyoto
KIKUNOI HONTEN
Restaurante kaiseki (tipo de restaurante tradicional de jantar japonês com vários pratos, priorizando ingredientes sazonais).
@kikunoi_honten
TEMPURA ENDO YASAKA GION
Restaurante de tempurá no charmoso bairro de Gion.
gion-endo.com
ISIL ISIL
Ótimo restaurante italiano renovado pela dupla de arquitetos Maki Onishi e Yuki Hyakuda, para alternar o paladar.
@lshlshl_kyoto
YOAN-JI
É um dos templos mais lindos que já vi.
ryoanji.jp
KYUKYODO
Mais uma papelaria japonesa de babar!
@kyoto.kyukyodo
RYOEN TEA STORE
Endereço perfeito para comprar chás especiais.
KYOTOGRAPHIE
Festival anual de fotografias, ocupa a cidade com mostras instigantes e transforma Kyoyo em um animado point para a fotografia contemporânea.
@kyotographie
Natasha Barzaghi Geenen é formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado com pós-graduação em Mediação Cultural de Arte pela Université de Provence, França, e MBA em Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Foi assessora de Relações Internacionais da Pinacoteca do Estado de São Paulo e atualmente é diretora cultural da Japan House São Paulo.

O fotógrafo paraense Luiz Braga revela a Amazônia sob um novo olhar e, por meio de um trabalho autoral que foi ganhando cor e relevância, conquistou o mundo.

Quando decidi me tornar vegetariano, ouvi de várias pessoas que ficaria doente. Que um garoto de 15 anos precisava comer carne para formar músculos e ter força. Mesmo assim, continuei firme na minha decisão. Hoje, mais de 20 anos depois, sou um homem de 1,86 m e peso cerca de 90 kg, muito bem, obrigado.

Chef e assadora, Paula Labaki resgata a ancestralidade das carnes braseadas e promove a comensalidade ao redor do fogo.
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