
O melhor da Coreia em São Paulo
Cinco endereços imperdíveis para os fãs dos doramas e K-pop, segundo minha experiência como filha de imigrantes.
Como muitos projetos da década de 1950, o apartamento dos Jardins do casal dearquitetos Fred Peclat e Gabriela Chow possuía uma planta inicial com espaços pequenos e compartimentados. A integração de ambientes, feita na recente reforma tocada por Fred e Gabriela, veio para trazer uma maior sensação de espaço e liberdade. Cozinha, sala de estar e escritórios convivem lado a lado, livres de paredes de concreto. “Costumamos dizer que não projetamos paredes, mas sim vazios. Dessa forma, os ambientes se desdobram das relações que imaginamos para o espaço”,explica Fred.
A conversa com o estilo de vida dos donos do apê é também observada na delicada composição de materiais naturais e de diferentes texturas, que proporciona relações táteis e cria uma atmosfera única. A paleta de materiais selecionada foi de base neutra, respeitando o caráter dos anos 1950.
Para o piso, o granilite cinza ganhou destaque. O forro, do tipo colmeia de alumínio, é contínuo por todo o apartamento. O branco surge nele e também nas paredes, ora lisas, ora de tijolinhos aparentes tingidos. O mármore Carrara estampa algumas superfícies, conferindo ainda mais personalidade ao projeto.
Uma pátina negra foi a eleita do casal para os elementos metálicos, e folhas de madeira pau-ferro aparecem na marcenaria, contribuindo para aquecer o espaço e complementar sua base neutra.
O toque final se manifesta, é claro, nas peças de mobiliário contemporâneo,desenhadas pelo Atelier, que se misturam a peças vintage, garimpadas em antiquários e marcadas pela passagem do tempo.
A paleta dos materiais foi pensada como uma base neutra, criando assim o pano defundo do ambiente, onde a marcenaria revestida de folhas de madeira pau-ferro sedestaca, aquecendo o espaço.

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“O reflexo do anjo no vidro transmite essa ideia de uma certa clausura, ao mesmo tempo que mostra o divino e o mundano (a rua lá fora) juntos. Tem amor e contexto.”

Maria Olívia Junqueira trabalhou como voluntária, preparando comida numa paróquia e também na Pão da Rua, que fornece pães para o padre Ju- lio Lancelotti distribuir aos moradores de rua. Na pandemia, de quarentena, ela criou um grupo nos Jardins, onde mora, propondo aos vizinhos a doação de alimentos que têm em casa e não vão usar.
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