
O Impresso volta à moda
O Impresso volta à moda.
Jovens e adolescentes fomentam ferramentas de uma economia analógica. Por Cacau Viol
Em uma loja brilhante e ampla no SoHo, os artistas Pedro Silva e Stefan Martin revelaram a exposição colaborativa chamada de“Rebirth”. Este espaço já tinha sido usado para armazenamento, loja de moda e espaço de arte ao longo das décadas. Quando Silva viu o lugar, ele sabia que opé direito alto, as paredes brancas, pisos de madeira e grandes janelas deveriam abrigar arte mais uma vez – e o proprietário concordou.
Quando Pedro Silva começou a trabalhar com Martin, um artista de móveis americano-argentino com raízes em Las Vegas, a cidade de Nova York e em especial o Soho, conhecido destino de compras, parecia desolado. Pedro entendeu que o bairro e seus moradores ansiavam por novos estímulos nesses espaços vazios. Eles ansiavam por cor e uma energia edificante.
O programa da exposição/ocupação Rebirth teve a intenção de criar uma experiência.
Grandes telas na parede com muitas camadas de tinta acrílica em cada uma. Este sistema conferiu a cada colorido e formas circulares uma vibração particular.
Para a exposição, entre as pinturas de Silva, encontramos as cadeiras de papel de Martin. “Em nossas caminhadas, víamos papelão no chão e embalagens da Amazon que pareciam ser muito maiores do que jamais havíamos visto em nossas vidas. Todas as lojas foram fechadas. As pessoas estavam mandando tudo para suas casas”, diz ele. “Usei esse material para empilhar e criar esses móveis.” A partir daí, Silva pintou as peças para completar a colaboração.
Eu conheci o Pedro Silva, através de uma parede desenhada na loja Pair aqui em São Paulo. Era 2017, e o Pedro tinha sido convidado a criar estes desenhos, croquis de personagens da moda no Brasil,e lá estava eu, representada por ele junto a outros nomes. Fiquei curiosa pelo trabalho do artista e quando fui no verão de 2019 para Nova York, fui visitá-lo e conhecer o seu espaço. A partir deste encontro nos tornamos amigos.
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Diante da correnteza de transformações que ocorreram do início do século 20 até os dias de hoje, homens e mulheres se percebem angustiados com as diferentes formas de relações, casamentos e famílias que já não são estruturas pré-moldadas.
Já está na hora de olharmos para 2024! Acho que a palavra-chave deste momento é consciência. A consciência de quem somos, do mundo em que vivemos. Unir forças, olhar para a cidade como um todo e refletir de que modo podemos atuar.
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