
Virado à Paulista, uma instituição paulistana
Considerado Patrimônio Imaterial pelo Condephaat, a receita tem origem no século 17 como forma de alimentação nas monções e bandeiras.
São Paulo tem muitos prédios incríveis preservados. Ao circular por essa cidade imensa, vez ou outra damos de cara com um edifício guardado na memória, que aflora a nossa sensação de pertencimento a essa metrópole, ainda que o espaço ao seu redor esteja bem diferente.
Quando esses edifícios, desgastados pelo tempo, voltam para a população, renovados, recompondo a história da cidade e preservando seu patrimônio, é como um presente. O Museu do Ipiranga é um bom exemplo. Construído entre 1885 e 1890 e inaugurado em 1895, foi fechado em 2013 para reforma. Todo o edifício e seu acervo passaram por restauração e modernização, e uma nova área de 6.800 m2 foi construída para abrigar a nova entrada, auditório, loja, café e sala de exposições temporárias. O Jardim Francês, localizado em frente ao edifício, também restaurado, contará com restaurante, espaço para food bikes e duas fontes do projeto original, demolidas em 1972. Integrado ao Parque da Independência, o Museu do Ipiranga será reinaugurado em 7 de setembro, para celebrar o bicentenário da Independência.
O Instituto Biológico, por sua vez, vai comemorar seu 95º aniversário com o restauro de seu imponente prédio, símbolo da Art Déco na cidade. Projetado pelo arquiteto Mário Whately na década de 1920, o prédio foi inaugurado em meados de 1940 e é considerado um dos exemplares mais importantes da primeira modernidade na arquitetura paulistana. “Essa é uma luta antiga. Em reunião com o governador e o vice, falei da demanda da comunidade, principalmente por neste ano o Instituto Biológico comemorar 95 anos. Eles foram sensíveis e agora temos recurso para começar essa obra”, comemorou Denise Delfim, presidente da Associação da Vila Mariana.
Edifício Martinelli
Rua São Bento, 405
Inaugurado em 1929, era o prédio mais alto da América Latina, com 105 metros. Foi restaurado em 1979.
Palácio da Justiça
Praça Clóvis Beviláqua, s/n
Obra do escritório de Ramos de Azevedo, sua construção teve início em 1920 e as atividades no prédio, em 1927. Foi restaurado em 2016.
Edifício Guinle
Rua Direita, 49
Construído em 1912 em estilo Art Nouveau, é considerado o primeiro arranha-céu da cidade. Foi restaurado em 2011.
Residência do Ramos de Azevedo
Rua Pirapitingui, 111
Entre 1998 e 2010, a Global Editora restaurou o casarão que serviu como residência do arquiteto Francisco Ramos de Azevedo entre 1891 e 1928.

Considerado Patrimônio Imaterial pelo Condephaat, a receita tem origem no século 17 como forma de alimentação nas monções e bandeiras.

Nos dias lindos de outono, em que o céu fica mais azul e o sol esquenta enquanto um ventinho gelado insiste em soprar, uma luz especial parece iluminar nosso coração, trazendo a sensação de aconchego.

Tendo a praia como quintal, a vista da Casa Patieiro, em Ubatuba, é um show
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