
Devoção visceral
A jovem Santa Canarelli transforma uma fazenda familiar na Córsega em referência mundial de agroturismo de luxo
As pessoas costumam confundir o que, de fato, é a felicidade, e se dividem
em três grupos.
O primeiro grupo é o de pessoas que vivem para cumprir etapas na vida e, quando alcançam o que desejam, sentem alívio. Não desfrutam do processo, apenas focam no resultado e, portanto, acabam por acreditar erroneamente
que o próprio alívio é a felicidade.
O segundo grupo é o dos que focam apenas no que lhes dá prazer. Porém, quando aquele prazer não os atrai mais, mudam para outra experiência prazerosa. Eles entendem que a elicidade é assim, efêmera e transitória. Ao longo do tempo, veem-se infelizes e descobrem que somente o prazer não lhes traz a felicidade desejada.
E o terceiro grupo é o de pessoas que acreditam que a felicidade não existe. Elas estão resas em experiências negativas do passado e sentem um imenso vazio interno que as faz crer que nada dá certo para elas. Esse mindset acaba bloqueando o fluxo de felicidade.
A felicidade não é um estado passageiro de alívio, nem uma busca incessante pelo próximo frazer, nem algo impossível de se alcançar. Podemos, sim, ter uma vida plena de felicidade e bem-estar permanentes. Para alcançá-la, é inevitável percorrer o caminho do autoconhecimento para dar um basta na repetição dos mesmos padrões, em envolvimentos
tóxicos, na sabotagem de permanecer em funções de trabalho que não agregam significado e realização.
Um dos caminhos para se conhecer e acessar estados de maior plenitude é trazer para a consciência os eventos que foram recalcados no inconsciente, as crenças limitantes, trabalhar o estado condicionado da mente e acessar a força de ser quem você é de verdade.
Com intenção firme e honesta, respaldada por técnicas encontradas em tantos bons terapeutas, é que se pode saber o que realmente pode nos fazer mais felizes para viver uma vida de significado, realização e bem-estar. Já dizia Jung: “Até que você se torne consciente, o inconsciente irá dirigir a sua vida e você irá chamá-lo de destino.”.

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Maria Olívia Junqueira trabalhou como voluntária, preparando comida numa paróquia e também na Pão da Rua, que fornece pães para o padre Ju- lio Lancelotti distribuir aos moradores de rua. Na pandemia, de quarentena, ela criou um grupo nos Jardins, onde mora, propondo aos vizinhos a doação de alimentos que têm em casa e não vão usar.

Para o Dia das Crianças, os Qs ilustrados com toda a criatividade de artistas mirins que se deleitaram no desafio de transformar a marca registrada aQuadra, em obras de arte.
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