
“Bom-dia, vizinho”
E achei genial ser impresso, porque dá para pegar e exibir que você está lendo aQuadra na praça. Essa visibilidade pública cria identificação, aproxima as pessoas e, mesmo que você não vá puxar conversa
Reflexões e promessas nos revigoram para acreditar que vamos transformar em ações os desejos que sempre nos tomam neste período. Afinal, quem não tem um sonho para ser realizado quando o calendário indica que é ano-novo?
Então, chega o verão, a estação mais festiva do ano, nos convidando a viver! Trazemos as melhores dicas do Rio de Janeiro e de Ilhabela para quem pretende curtir o mar. E o melhor de São Paulo para aproveitar ao máximo a cidade, além, é claro, de gente que está fazendo e acontecendo – da moda à cultura, passando por arquitetura, design, empreendedorismo. Na gastronomia, doces e sorvetes para adoçar a vida.
Nosso olhar foi para o azul das águas, que simboliza tranquilidade, serenidade, harmonia e espiritualidade. Na crônica, a experiência de Giselle Reis, que faz importante trabalho na conservação e educação ambiental dos ecossistemas marinhos, enquanto o movimento da água produz arte para a artista Maritza Caneca, no Q.
Basta fazermos a diferença onde vivemos e trabalhamos, sendo uma boa influência em todos os aspectos, especialmente no quesito gentileza. De que modo teremos um mundo melhor, se não iniciarmos por nós? Eu, particularmente, pelo aprendizado desses anos, tenho uma visão muito positiva de que podemos fazer a diferença.
Feliz 2023 cheio de positividade!
Helena Montanarini – Publisher
@hmontanarini

E achei genial ser impresso, porque dá para pegar e exibir que você está lendo aQuadra na praça. Essa visibilidade pública cria identificação, aproxima as pessoas e, mesmo que você não vá puxar conversa

Com uma robusta linha de produtos de marca própria, o Emporio Fasano oferece tudo o que você precisa para preparar as melhores receitas e resolver a vida nesses tempos corridos.
Jurandir Valença, diretor da Biblioteca Mário de Andrade, cita o escritor e poeta argentino Jorge Luis Borges, que dizia imaginar o paraíso como um tipo de biblioteca, para reverenciar esse templo da cultura.
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