
Alma do mar
Todo mundo ama o mar, mas poucos têm consciência do potencial do oceano, da sua importância e dos perigos que ele corre.
Dois anos depois de sua criação, em 1911, 60 alunos começaram a ter aulas com professores trazidos da Itália. Tradicional, a escola já mostrava seu espírito inovador ao aceitar alunos de ambos os sexos – coisa rara naqueles tempos.
Em 1942, mudou de nome para Colégio Visconde de São Leopoldo, devido ao fato de o Brasil ter se aliado aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Quando retomou o nome, em 1946, não oferecia mais o diploma italiano.
Com cinco prédios e instalações com o que há de mais moderno em tecnologia e esportes, o Dante investe em um ensino de primeira, e é sempre lembrado pela coleção de ex-alunos que se destacam em suas áreas de atuação. Isso se deve, em grande parte, a uma mentalidade que, ao mesmo tempo que prepara os alunos para entrar nas melhores faculdades, não perde de foco formar cidadãos éticos: “Preparamos nossos alunos para compreender o mundo como ele é e intervir para torná-lo um lugar melhor e mais justo”, diz o presidente, José Luiz Farina.

Todo mundo ama o mar, mas poucos têm consciência do potencial do oceano, da sua importância e dos perigos que ele corre.

Durante muito tempo, difundiu-se a ideia de que as mulheres não poderiam estar à frente das cozinhas japonesas. A explicação mais recorrente é de que suas mãos seriam mais quentes do que as dos homens, o que poderia interferir no sabor e no preparo das comidas, principalmente dos sushis e sashimis.

Este provavelmente é o doce italiano mais antigo. Minha avó materna, chegando ao Brasil, substituiu a geleia da receita original por goiabada, fica sensacional!
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