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Um passeio por Belém, a metrópole da Amazônia

Passear pelo centro histórico, passando pela Catedral Metropolitana, depois pelo museu Casa das 11 Janelas, Forte do Castelo, que ficam na beira do rio, e Museu de Arte Sacra.

por Roberta Maiorana

Continuando, dou a volta no Ver-o-Peso, Solar da Beira, Mercado de Carne e paro na Estação das Docas para tomar um sorvete de açaí na Sorveteria Cairú.
Subo a Av. Presidente Vargas e paro no Teatro da Paz. Sigo a avenida pela Praça da República e viro à esquerda para a Av. Nazaré a fim de parar no Palacete Faciola, andando ainda pela avenida e apreciando as mangueiras que estão de um lado e do outro. Entro na Basílica Nossa Senhora de Nazaré para agradecer a santa.


Para terminar esse longo caminho, mais adiante, na mesma avenida, dou uma parada no Museu Goeldi. São lugares incríveis na capital paraense.

Catedral Metropolitana
De 1719, tem estilo neoclássico e barroco.
Praça Dom Frei Caetano Brandão – Cidade Velha
@catedraldebelem

Espaço Cultural Casa das 11 Janelas
Antiga residência de um senhor de engenho construída no século 18, abriga o museu de arte contemporânea desde 2002. Possui rico acervo de arte e fotografia, exposições temporárias e um bom restaurante.
Praça Frei Caetano Brandão, s/n – Cidade Velha

Forte do Castelo
A Cidade Velha possui construções que resistem ao tempo e mostram a beleza arquitetônica da Belle Époque. Marco da fundação de Belém, o forte foi construído em 1616 pelos portugueses.
Praça Dom Frei Caetano Brandão, s/n – Cidade Velha

Museu de Arte Sacra
Os edifícios do colégio e igreja dos jesuítas – tombados pelo Iphan – foram transformados nesse museu, que conta com um acervo de quase 400 peças sacras de pintura, gesso e prataria. Tem biblioteca, loja e galeria de arte.
Praça Frei Brandão, s/n – Cidade Velha

Mercado Ver-o-Peso
Às margens do rio Guamá, é o lugar ideal para conhecer os sabores de Belém. Inaugurado em 1625 no antigo Porto do Pirí, é um grande mercado aberto. Seu conjunto arquitetônico e paisagístico foi reconhecido pelo Iphan, em 1977.
Boulevard Castilhos França – Campina

Solar da Beira
O prédio histórico, que é patrimônio da cidade, foi construído no século 19 e faz parte do complexo do Ver-o-Peso. Restaurado, exibe exposições do Círio de Nazaré e de objetos cerâmicos.
Boulevard Castilhos França, 120 – Campina

Mercado de Carne
Um dos mais importantes pontos turísticos da cidade, pela sua história, localização e características. Com toda sua estrutura de ferro importada da Escócia, foi inaugurado em 1867. Bom lugar para comprar iguarias locais.
Travessa Ocidental do Mercado, 38 – Campina

Estação das Docas
Perfeito para relaxar e apreciar o pôr do sol tomando um bom drinque regional. O espaço surgiu em 2000, quando o porto fluvial deu lugar a um complexo com bares, restaurantes, lojas e até teatro.
Av. Marechal Hermes, s/n – Campina

Sorveteria Cairú
Os melhores sorvetes de sabores regionais, dos tradicionais aos mais exóticos, como açaí, tapioca e bacuri.
Travessa 14 de Março, 1570 – Umarizal
@sorveteriacairu

Theatro da Paz
Fundado em 1878, durante o período áureo do Ciclo da Borracha, foi a primeira casa de espetáculos da Amazônia. Luxuoso e com acústica perfeita, tem orquestra sinfônica e visitas guiadas.
Rua da Paz, s/n – Centro

Centro Cultural Palacete Faciola
Uma das obras mais incríveis da Belle Époque, o prédio construído entre 1895 e 1901 foi restaurado e recém-inaugurado para abrigar o Museu de Imagem e do Som e o Departamento Histórico, Artístico e Cultural.
Av. Nª Sra. de Nazaré, 194 – Nazaré

Basílica Nossa Senhora de Nazaré
Nasceu como capela em 1700, foi ampliada e reconstruída em 1923 para receber os milhões de fiéis que fazem da procissão Círio de Nazaré um dos maiores eventos religiosos do mundo.
Av. Nª Sra. de Nazaré, 1300 – Nazaré
@basilicadenazareoficial

Museu Emílio Goeldi
Fundado em 1911, é uma instituição de pesquisa que visa divulgar o estudo científico na Amazônia. Seu belo Parque Zoobotânico pode ser visitado através de visitas guiadas.
Avenida Magalhães Barata, 376 – São Brás
@museuemiliogoeldi

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Editorial jornal aQuadra 5 anos

Desde que visitei a Amazônia pela primeira vez, nos anos 1970, sempre acompanhei os mitos e as verdades que rondam a maior floresta tropical do mundo. Este ano, ao embarcar em uma viagem pelo rio Negro, fui mais uma vez seduzida pela magia daquele lugar.

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