
Paraíso na Terra, por Sebastão Salgado
Mergulhe em um paraíso esquecido! As lentes de Sebastião Salgado capturam a beleza exuberante da Amazônia e a sabedoria dos povos que a habitam. Uma experiência visual e emocional inesquecível.
Há dez anos, a Avenida Paulista deixou de ser, aos domingos, sinônimo de buzina e escapamento para se tornar um dos principais espaços públicos de convivência de São Paulo. Desde 2016, como parte do Programa Ruas Abertas, as avenidas Paulista e Sumaré, o Vale do Anhangabaú e ruas da Liberdade passam a cumprir, aos domingos e feriados, uma função diferente da habitual, voltada ao lazer, ao esporte e à convivência — e liberando espaço para pedestres, ciclistas, artistas de rua, famílias e comércio informal.
A mudança, celebrada por frequentadores e urbanistas, também expõe tensões típicas de uma metrópole marcada por disputas de uso do espaço urbano.
Na Avenida Paulista, principal vitrine do programa, o fechamento para veículos atrai, ao longo do dia, milhares de pessoas que caminham, pedalam e assistem a apresentações artísticas, ocupando um espaço antes dominado pelo trânsito.
Na Liberdade, o fechamento temporário de ruas como Galvão Bueno e dos Estudantes fortaleceu o comércio local, atraiu turistas e integrou pedestres às calçadas estreitas, criando um ambiente mais vivo e rentável para lojistas e ambulantes. A iniciativa inspira-se em experiências bem-sucedidas, como a da Times Square, em Nova York, e reforça a ideia de que ruas não precisam ser só canais de tráfego: podem ser praças temporárias, inclusivas e plurais.
No Centro, a ligação Minhocão–Vale do Anhangabaú se transforma, também aos domingos, em um vibrante e democrático espaço de lazer, com shows, aulas de dança e atividades esportivas. A ocupação, no entanto, convive com desafios como manutenção, segurança e a presença da população em situação de rua, questões recorrentes na cidade.
Já na Avenida Sumaré, a abertura da via no domingo é vista por muitos moradores como uma alternativa de lazer em um bairro com poucas áreas amplas ao ar livre. A ciclovia central e as pistas laterais se tornam ponto de encontro para caminhadas e passeios de bicicleta, enquanto surgem queixas sobre barulho, lixo e dificuldades de acesso a garagens.
Os efeitos variam conforme o perfil de quem vivencia a mudança. Frequentadores destacam ganhos para a saúde e para o uso mais democrático do espaço público, enquanto cafés, bares e vendedores ambulantes tendem a se beneficiar do aumento do movimento. Por outro lado, moradores e estabelecimentos que dependem do acesso de veículos relatam transtornos e queda nas vendas.
Ao ocupar avenidas e áreas centrais, as ruas abertas aos domingos escancaram um debate mais amplo sobre o modelo de cidade que São Paulo deseja construir. Entre ganhos de convivência e conflitos de uso, a iniciativa funciona como um ensaio semanal de desaceleração urbana — e evidencia que transformar uma cidade moldada para os carros em um espaço mais compartilhado exige negociação e planejamento.
Na Avenida Paulista, principal vitrine do programa, o fechamento para veículos atrai, ao longo do dia, milhares de pessoas que caminham, pedalam e assistem a apresentações artísticas, ocupando um espaço antes dominado pelo trânsito.
Na Liberdade, o fechamento temporário de ruas como Galvão Bueno e dos Estudantes fortaleceu o comércio local, atraiu turistas e integrou pedestres às calçadas estreitas, criando um ambiente mais vivo e rentável para lojistas e ambulantes. A iniciativa inspira-se em experiências bem-sucedidas, como a da Times Square, em Nova York, e reforça a ideia de que ruas não precisam ser só canais de tráfego: podem ser praças temporárias, inclusivas e plurais.

Mergulhe em um paraíso esquecido! As lentes de Sebastião Salgado capturam a beleza exuberante da Amazônia e a sabedoria dos povos que a habitam. Uma experiência visual e emocional inesquecível.

Em busca de encontrar medicamentos mais naturais, a fim de obter mais qualidade de vida da forma mais natural possível, Carolina Croso Mazzuco se formou em Farmácia. Agora, aos 30 anos, representa no Brasil a Q2 Clinic, empresa de origem inglesa com atuação na América Latina. “Essa empresa representa exatamente o que eu buscava. É um tratamento natural à base de cannabis medicinal que abrange diversos sintomas, com atendimento humanizado e personalizado.”

Passear pelo centro histórico, passando pela Catedral Metropolitana, depois pelo museu Casa das 11 Janelas, Forte do Castelo, que ficam na beira do rio, e Museu de Arte Sacra.
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